2014-11-04

A PROPÓSITO DE PANDEMIAS (II) - Gripe das Aves, Gripe Suína, E Agora o Virus Ébola

O primeiro post ou mensagem a que dei o título: "A propósito de Pandemias!" está publicado AQUI
Estava-se no ano de 2005 e eu era, nessa época, pouco mais (ou pouco menos) do que "aprendiz de bloguer".
Depois, em Abril de 2006, publiquei ESTE TEXTO "Pandemia ou Paranóia - Gripe das Aves) que fez sucesso no meu blogue "SOCIOCRACIA" tendo provocado mesmo um pico no número de visitantes e que foi mencionado e reproduzindo em muitos outros blogues. Este texto teve origem num editorial da revista espanhola Discovery DSALUD... vale a pena ler...

Depois veio a gripe suína (H1N1) que voltou a dar visibilidade, entre os internautas, a denúncias como esta: A Paranóia da Gripe A, H1N1, Continua que tem data de Novembro de 2009
No mês anterior (Outubro de 2009) eu tinha publicado este outro texto: 

ATENÇÃO! Vacina da Gripe A, MATA!


Depois, como isto é sempre a mesma coisa e o meu tempo é escasso (cada vez mais escasso), cansei de escrever sobre estes temas (e outros)...
Porém, tal como aconteceu com o Texto "Pandemia ou Paranóia - Gripe das Aves" que, como já disse, teve origem num editorail da revista espanhola Discovery DSALUD...
e com o texto: "A Paranóia da Gripe A, H1N1, Continua" que teve origem num texto publicado por Teresa Forcades...

também agora me chegou, por email, o texto que publico a seguir, adaptado, acerca da epidemia de Ébola.
Para perceber melhor o tipo de Mundo, dominado por gente infame, criminosa, perversa, em que vivemos, vale a pena ler este texto... e consultar os outros.



O cartel químico-farmacêutico mundial é muito poderoso e simultâneamente muito CRIMINOSO. 

Todo o pânico que se está a gerar a nível planetário com o virus Ébola não é mais do que uma manobra,  selvagem, assassina, para angariar  lucros incalculáveis com mais uma "epidemia"  preparada pelo criminoso cartel; lucros que vão direitinhos para  offshores. 

Os laboratórios químico-farmacêuticos pertencentes a gigantescas empresas multinacionais manipulam "virus" e "bactérias" sem que nenhuma entidade governamental os controle. Isto tem de ser denunciado!!!!!! (nalguns dos textos acima referidos encontra denúncias circunstanciadas desses factos e doutros ainda mais graves, como por exemplo a adição de vírus "activos" às vacinas sazonais, de modo a fazer com que os vacinados adoeçam (eu conheço pessoas que se queixam disso mesmo: de terem adoecido gravemente com gripe depois da vacina)

Mas voltemos ao texto que recebi por email:
O que o infeliz povo da Libéria necessita URGENTEMENTE é de hospitais, escolas, infra-estruturas sanitárias (canalização de água e esgotos) alimentação humana condigna e não toneladas  de trigo e milho transgénicos, oriundas dos EUA, e outros venenos que terão os seus efeitos malévolos a muito curto prazo.
Perante a estranha passividade dos principais organismos mundiais como a ONU, OMS e OMC só podemos concluir que estes organismos estão a ser dominados pelas  garras assassinas do cartel químico-farmacêutico mundial(!!!!)

            Subject:   Vírus Ébola

Vírus Ébola: o embuste ...

Por Manuel Pinto Coelho - Jornal Público
Médico, doutorado em Ciências da Educação


Ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial, como se depreende da caricata histeria que vai por esse mundo, por causa da “catástrofe” provocada pelo vírus Ébola.
A imprensa internacional fala de 1229 mortos entre Março e Agosto de 2014. Ora bem, se consultarmos a página da OMS sobre este assunto, veremos que na realidade foram 788 os casos de óbito formalmente identificados como causados pelo vírus Ébola, um número bem inferior aos 1,2 milhões de mortes causadas pela malária (paludismo). O número remanescente limitou-se a traduzir os casos “suspeitos” ou “prováveis”.
As imagens televisivas com que fomos recentemente presenteados, mostrando-nos técnicos de saúde, quais marcianos envergando complexas máscaras junto de doentes suspeitos, são totalmente insensatas e dignas de um mau filme de ficção científica.
É importante saber-se que o vírus Ébola não se transmite com facilidade. Para haver transmissão do vírus é necessário um contacto directo com um líquido biológico do doente, como o sangue, as fezes ou o vómito.
O vírus Ébola é sobretudo perigoso quando mal acompanhado, quando os doentes não recebem os cuidados devidos. Como os doentes infectados morrem de desidratação ou de hemorragias, então o tratamento consiste logicamente na hidratação e/ou transfusão sanguínea, e não na administração de uma qualquer vacina ou hipotético medicamento.
Como a solução contra a epidemia consiste essencialmente em respeitar medidas simples usando o bom senso - higiene, boa nutrição, vitaminas C e D nas doses adequadas - a verdadeira prioridade nos países tocados pelo flagelo, deveria ser criar infra-estruturas de saúde de forma a fornecer aos doentes os cuidados médicos de base.
Seria bom que se soubesse que não há qualquer transmissão por via aérea, ou seja, quando uma pessoa fala ou tosse, não vai espalhar o vírus pelo espaço aéreo circundante.
Assim sendo, ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial.
Semear o pânico pode ser um negócio muito lucrativo que importa desmontar. 



Veja-se o que se passou ainda recentemente (2005) com a “pandemia eminente” da “gripe das aves”. Da "sábia" manipulação da opinião pública, resultou uma totalmente desnecessária vacinação em massa da população com o consequente enriquecimento de alguma indústria farmacêutica por um lado, e o esvaimento dos cofres públicos em muitos milhares de euros para comprar vacinas usadas e… não usadas, por outro lado. 
O antiviral “milagre” Tamiflu limitou-se tão-só a reduzir, em um dia,  a duração dos sintomas, sem conseguir limitar minimamente as hospitalizações. Explicando melhor: com tamiflu os doentes tinham alta um dia antes...

Os títulos sensacionalistas martelados por alguma imprensa nas últimas semanas não fazem qualquer sentido. Importa que não nos deixemos submergir pela informação viciada e pela mentira.
A reacção totalmente excessiva face a este problema corre o risco de provocar uma catástrofe humanitária de dimensões bem superiores à provocada pelo próprio vírus Ébola. A medida tomada recentemente pelo governo da Serra Leoa, que interditou o acolhimento e os cuidados necessários a estes doentes – única forma de os salvar -, mimoseando com a pena de dois anos de prisão os seus infractores, bem como uma outra tomada pelo governo da Libéria, ordenando aos soldados que atirassem a matar sobre as pessoas que procurassem passar a fronteira como forma de impedir a propagação da epidemia, é inacreditável. 

O mito dum passageiro africano infectado pela doença, no avião, que poderia infectar o país europeu onde desembarcasse é da mesma forma totalmente irrealista e traduz uma total ignorância sobre a realidade do vírus Ébola.
À semelhança do que se passou com a “gripe das aves” não importa enviar camiões de vacinas ou medicamentos para África ou para onde quer que seja. Tal servirá unicamente para enriquecer alguns laboratórios farmacêuticos.
A psicose informativa vigente, reprimindo as populações e isolando dezenas de milhares de infelizes criaturas, homens, mulheres e crianças, postos em quarentena na Libéria com medo dum contágio que nunca acontecerá se não houver contacto directo com os líquidos orgânicos do portador da doença, tem de ser urgentemente desmontado e desmascarado, para bem das vítimas e para bem de todos nós, da nossa sanidade e integridade mental, psicológica e espiritual.
Não podemos aceitar (eu diria: não podemos permitir) a reedição dum negócio das arábias à custa da boa fé ingénua e da desinformação do incauto cidadão...
E eu acrescento: semelhante à gripe das aves, à gripe dos porcos... ou à pandemia do “raio que os parta” a todos os abutres malditos.








«»«»«»«»«»
 APELO!
Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
--- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
(Nota: Alguns dos sites "linkados" começaram por boicotar a petição impedindo as pessoas de assinar e, mais recentemente, suprimiram a página com as assinaturas. Apenas "Gopetition" se mantém acessível sempre)
«»«»
-- Denúncia de Agressão Policial
--- Com actualizações AQUI e AQUI
«»«»
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
»»»»»»

2014-10-18

Os Malefícios dos Campos Electromagnéticos

COISAS QUE PREFERÍAMOS NÃO SABER (não ter necessidade de saber) MAS QUE NOS CONVÉM SABER...



À vista "desarmada" isto era uma linda "lua crescente"... num céu carregado de nuvens. Na foto ficou assim... Podemos chamar-lhe "frustração"...  a condizer com o texto


Texto extraído e adaptado de "A CURA PELA NATUREZA"
ENCIClOPÉDIA FAMILIAR DOS REMÉDIOS NATURAIS
de Jean Aikhenbaum e Piotr Daszkiewicz
Editorial Estampa 1999

------------------X---------------------X------------------X-----------------X----------------------X--

Algumas medidas a adoptar para reduzir o efeito nocivo destes perigos (destacado do texto  abaixo):

* que a instalação eléctrica esteja bem feita;
* que as tomadas estejam ligadas à terra;
 *  que não existam perdas de corrente;
*  evitar ter nos quartos despertadores eléctricos, reduzir o número de tomadas e proceder de modo a que os candeeiros de cabeceira tenham uma iluminação mínima;
*  evitar as camas metálicas;
*  evitar as fibras sintéticas;
*  limitar o tempo passado diante de aparelhos de televisão, ecrãs de computador, evitar também os telemóveis, os microndas, etc.

 Os malefícios da  acumulação de electricidade estática agravam-se pelo facto de estarmos permanentemente isolados da terra.

 *  O primeiro tratamento consiste em retomar o contacto com a terra, andando a pé, sempre que possível, de pés descalços sobre a terra, na erva húmida, etc.
*  Outro "processo" é lavar as mãos com água fria, várias vezes, ao dia e agarrar, durante alguns instantes, na torneira com as duas mãos, o que permite fazer uma ligação à terra. Mas, como é óbvio, o melhor meio consiste em permanecermos, se possível, afastados de campos electromagnéticos.

Nota Importante: A água TRATA tudo... desde que se lhe dê essa "instrução": um copo de água bebido com intenção (ou oração, se preferir), trata uma infinidade de doenças ou afecções, acaba com o mal estar e até com as dores. Portanto use a água... e seja-lhe grato que ela o recompensará.

------------------X----------------X-----------------X----------------X-------------X---------


A POLUIÇÃO ELECTROMAGNÉTICA E RELAÇÃO COM O AUMENTO DE ALERGIAS, DOENÇAS GRAVES, MORTES PERMATURAS, etc.
 
A “fada” má da electricidade, dos microondas, das TV’s, dos telemóveis, computadores... 
 
Uma das primeiras pessoas em França a apontar os riscos ligados a este tipo de poluição invisível, e por isso insidiosa, foi o Dr. Maschi. Como é o caso de todos os precursores, isto não só lhe valeu um grande número de transtornos e processos, como também o ter sido excluído da ordem dos médicos, durante mais de vinte anos. Actualmente toda a gente, ou quase, parece concordar; e inúmeros cientistas admitem que a corrente eléctrica não é tão inofensiva como normalmente se pensa, como fomos levados a pensar “oficialmente”.
 Os responsáveis e os produtores de electricidade de todos os países fizeram crer ao público que a electricidade só tinha vantagens. Durante muito tempo só lhe foram reconhecidas qualidades... Actualmente já não é bem assim. E, para nossa maior desgraça e desespero, as novas tecnologias, TV’s, telemóveis, computadores, vieram agravar drasticamente essa terrível e destruidora poluição
 

As investigações finalmente reveladas

 As primeiras investigações dissonantes datam de 1954. Foram efectuadas nos Estados Unidos. Na mesma época os Polacos também trabalharam sobre esta questão polémica.
 A evolução da técnica teve como resultado o facto de o conjunto de radiações electromagnéticas da atmosfera terrestre ter ficado "carregado" de forma considerável. Trata-se de uma poluição ignorada, ocultada, mas cuja presença se torna cada vez mais evidente.
 Já nessa época se suspeitava que este tipo de poluição era responsável por certas patologias degenerativas tais como as leucemias ou a doença de Parkinson.
 Em 1976 um estudo americano apresentava os resultados de um relatório do Pentágono que realçavam que "os fornos de microndas poderiam produzir crises cardíacas, alterar o comportamento dos diplomatas e influenciar as pessoas submetidas a um interrogatório".
  Milhões de dólares foram investidos neste tipo de investigação, tanto no Ocidente como no Oriente. Mas com que finalidade? Esta questão continua actual.
 Em 1979, Wertheimer e Leeper observaram um excesso de mortalidade por doenças cancerosas em crianças que viviam em casas com campos magnéticos muito elevados. Três anos depois Milham realça que as pessoas que têm uma actividade associada à exposição a campos magnéticos podem manifestar um risco acrescido de leucemia.

 Nos anos 80 e 90 foram realizados estudos epidemiológicos em pessoas sujeitas a exposições não só residuais, mas também profissionais. Na Suécia confirmaram que o aumento dos riscos relativos cresce proporcionalmente à frequência e aos níveis de exposição. Este estudo conclui "que os resultados trazem mais argumentos em favor de uma relação entre campos magnéticos e cancro do que contra ela". Esta evidência é ainda mais acentuada no caso da leucemia infantil.

 As doenças desencadeadas pelos campos electromagnéticos

 O Prof. Cyrí1 W. Smith realça o papel fundamental das radiações não ionizantes nos processos vitais e os perigos potenciais que resultam da exposição regular às radiações electromagnéticas, mesmo de fraca potência. Estas favorecem o aparecimento do cancro, de leucemia, de alergias e de depressões. Estas doenças são agravadas ou desencadeadas pela maioria dos nossos sistemas e campos eléctricos, tais como os cabos de alta tensão, os fornos de microondas, as ondas de rádio, os radares, TV’s, telemóveis, computadores e certos aparelhos de aplicações militares.
 Localizar e conhecer o nível e o grau de exposição aos campos electromagnéticos do nosso meio ambiente é uma etapa indispensável para combatermos estes perigos com conhecimento de causa e nos mantermos afastados das suas fontes.

 Efeito das Máquinas de costura eléctricas nas grávidas

 As mulheres grávidas que trabalham com máquinas de costura eléctricas arriscam-se a expor os seus fetos a radiações electromagnéticas,
susceptíveis de provocar leucemia. Com efeito, a Drª Claire Infânte-Rivard, da Universidade McGill de Montreal, recenseou um número importante de leucemias em crianças filhas de costureiras. Esta investigadora tinha primeiro atribuído este fenómeno ao pó e às fibras sintéticas.

 Campos magnéticos e cancro do cérebro

 "As pessoas que trabalham em instalações eléctricas duplicam o risco de contraírem cancro do cérebro", afirmam os investigadores da Universidade da Carolina do Norte.
 Os resultados mais significativos estabelecem uma relação de causa e efeito entre exposição e cancro do cérebro.
Esta doença provocou 144 mortes entre os 140 000 indivíduos que trabalhavam numa central eléctrica.
 Este risco alarga-se também a outros tipos de cancro, por exemplo, ao cancro do sangue (leucemia). A exposição prolongada aos campos magnéticos duplica as "possibilidades" de desenvolver um tumor deste tipo.
 Por outro lado, na Bélgica, certos criadores de gado constataram o aparecimento de perturbações fisiológicas no gado depois da colocação de um cabo de alta tensão nos seus terrenos.
Podemos também mencionar o teor anormal de astrocitomias em Los Angeles e o número elevado de cancros entre o pessoal da central telefónica Pacífic Bell.
Na Polónia e na Ucrânia, constata-se um aumento de leucemias crónicas e agudas, bem como casos de cancro em instaladores e técnicos de rádio e a multiplicação de arterioescleroses e também de problemas de esterilidade nos condutores de carros eléctricos.

 É possível preservarmo-nos da poluição electromagnética?

 É preciso, em primeiro lugar, medir os campos magnéticos do nosso meio ambiente para identificá-los e protegermo-nos.
Existem diversos meios:
 - Aparelhos de medição;
- Detecção efectuada por especialistas.
Além disso, é necessário:
* que a instalação eléctrica esteja bem feita;
* que as tomadas estejam ligadas à terra;
 *  que não existam perdas de corrente;
*  evitar ter nos quartos despertadores eléctricos, reduzir o número de tomadas e proceder de modo a que os candeeiros de cabeceira tenham uma iluminação mínima;
*  evitar as camas metálicas;
*  evitar as fibras sintéticas;
*  limitar o tempo passado diante de aparelhos de televisão, ecrãs de
computador, evitar também os telemóveis, os microondas, etc.

 Os malefícios da  acumulação de electricidade estática agravam-se pelo facto de estarmos permanentemente isolados da terra.

 *  O primeiro tratamento consiste em retomar o contacto com a terra, andando a pé, sempre que possível, de pés descalços sobre a terra, na erva húmida, etc.
*  Outro "processo" é lavar as mãos com água fria, várias vezes, ao dia e agarrar, durante alguns instantes, na torneira com as duas mãos, o que permite fazer uma ligação à terra. Mas, como é óbvio, o melhor meio consiste em permanecermos, se possível, afastados de campos electromagnéticos.

«»«»«»«»«»«»«»«»«»
Em cima a "frustração" mas temos aqui em baixo o mar, a água que cura, que lava tudo... até a alma.


O Mar. Observe esta foto e deixe-se contagiar pela serenidade para desanuviar do assunto do texto 

 «»«»«»«»«»«»«»«»«»«»

A Indústria Alimentar e a irradiação dos alimentos

 É um outro aspecto da utilização da ionização destinada a proteger a nossa alimentação e a prolongar o seu tempo de conservação.
 Se nos é possível, quando compramos um produto alimentar, ler nas etiquetas os componentes químicos - conservantes, aromatizantes, adoçantes, emulsionantes e outros - que são necessários ao seu fabrico, é-nos muito mais difícil saber se o produto em questão foi tratado com raios ionizantes. Contudo, uma lei de 8 de Maio de 1970 torna obrigatória a indicação de qualquer produto que tenha sido sujeito a irradiação. Mas esta lei nunca é aplicada. A 15 de Novembro de 1989, o Parlamento Europeu, com a finalidade de proibir a irradiação dos alimentos frescos na CEE a partir de 1 de Janeiro de 1993, adoptou uma directiva. Mas a França ultrapassou esta directiva e continuou a irradiar os queijos "camembert" confeccionados com leite cru. Quanto à Alemanha, não obstante ter proibido a irradiação dos produtos destinados ao seu mercado interno, autoriza-a para os produtos destinados à exportação.
 As consequências da irradiação
 - Em todos os casos, a permeabilidade das membranas celulares é afectada, os raios ionizantes dissociam as moléculas e libertam radicais livres. As batatas irradiadas, por exemplo, têm uni tempo de conservação mais longo, mas perdem a vitalidade, estão mortas.
 - Destrói a germinação e opõe-se à dinâmica da vida: os cereais tratados não germinam ou germinam muito mal.
O estudo feito com raios infravermelhos mostra o aparecimento de deformações estruturais. Os açúcares e os amidos alteram-se. Quanto aos frutos, os processos são idênticos: a irradiação mata os micróbios, mas altera o teor de vitaminas e acarreta uma perda enzimática importante.
 Inúmeros produtos agrícolas, tanto em França como noutros países, são actualmente irradiados: frutos frescos, cebolas, alhos, frutos secos, aves, leite, etc. É preferível consumir apenas produtos de qualidade biológica, comprovada, ou comprados a pequenos produtores que se conheçam e ofereçam garantias...









«»«»«»«»«»
 APELO!

Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
-- Petição Para Valoração da Abstenção --- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI (Nota: Alguns dos sites "linkados" começaram por boicotar a petição impedindo as pessoas de assinar e, mais recentemente, suprimiram a página com as assinaturas. Apenas "Gopetition" se mantém acessível sempre) «»«» -- Denúncia de Agressão Policial --- Com actualizações AQUI e AQUI «»«» -- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa »»»»»»

2014-07-15

Precauções Para Uso de Plantas e Chás Abortivos, Atraso Menstrual.

Este vídeo contém um conjunto de recomendações (e informações) importantes acerca do uso de plantas e chás abortivos ou para atrasos menstruais.
É um vídeo "pobrezinho" mas é de toda a conveniência que seja visto porque as informações que contém devem "espalhar-se".
Um dia eu vou passar a fazer vídeos óptimos. Agora é "tal e qual" como saem... 

Para fazer vídeos óptimos necessito dum bom editor de vídeo (já tentei obter um mas não deu...), de mais "traquejo" e de um pouco mais de disponibilidade... Um dia vou conseguir!
Por agora temos de nos desenvencilhar com o que há...
Tenham paciência!



Em síntese, as recomendações deste vídeo são as que se listam aqui em baixo. Ficam escritas para serem acessíveis a todos, inclusive a quem não consiga ver o vídeo... ou prefira ler:

1 – A percentagem de pessoas que procuram este meu blogue e relatam dificuldades é muito pequena; conclusão: os “métodos” funcionam na generalidade dos casos mas, mesmo sendo uma pequena percentagem, essas pessoas correm riscos que se podem evitar. Foi com essa finalidade que fiz este vídeo.

2 – Uma grande parte das pessoas de entre as que procuram uma solução para atraso menstrual chega ao blogue (às vezes não conseguem chegar a este blogue porque são desviadas para sites vigaristas pelas listas de busca), repetindo: chegam ao blogue, seleccionam um método, uma “receita” (ou várias), tomam e resolvem o seu problema sem mais contratempos;

3 – Há pessoas que não conseguem resolver os seus problemas; que comentam dizendo que tomaram “isto e aquilo”... mas a menstruação não desceu;

4 – Nesses casos eu recomendo sempre que se façam testes para esclarecer os motivos do atraso (e uma grande parte das pessoas que comentam acham que eu sou uma chata por mandar fazer testes) para segurança das próprias;

5 – A recomendação tem como objectivo proteger as próprias pessoas, porque há casos de atrasos menstruais em que não adianta tomar chás. Se as pessoas insistem e aumentam doses para conseguir, correm grandes riscos de se intoxicarem;

6 – Alguns casos em que o atraso menstrual pode não ser resolúvel com chás:
a) Uso (e, às vezes, abuso) da toma da Pílula do Dia Seguinte (PDS);
b) Uso regular de chás ou outros preparados para emagrecer contendo cavalinha (Equisetum Arvense), “cola de caballo”, “horsetail. A cavalinha é usada para parar hemorragias... O problema é que, tomada regularmente, suspende o período menstrual: a mulher deixa de menstruar apenas porque está a tomar cavalinha;
c) situações de muito estresse em mulheres mais jovens (e não só), incluindo o receio de engravidar, podem provocar atraso;
d) outras situações relacionadas com o uso de anticoncepcionais (descontrolo hormonal);
c) nas mulheres que amamentam podem acontecer atrasos “espontâneos”. Quem amamenta não pode tomar estes chás.




Arruda ( Ruta graveolens L.) 




Texto em elaboração... a concluir brevemente

Exemplo dum caso que parece enquadrar-se nas situações referidas neste vídeo aí em cima:
COMENTÁRIO:
Biranta... 
comecei a tomar o chá de artemisia com losna quando descobri que estava grávida, uns 15 dias de atraso (cerca de um mês de gravidez). Tomei durante 3 dias e acabou. Comprei novamente, dessa vez a losna, mas bebia com muito sacrifício.. Tomei por mais 2 dias. 
Comprei novamente e dessa vez a artemísia, sem ser losna, você me disse que poderia ser... Há 4 dias estou tomando. Não sinto nenhuma cólica, nada. A não ser uma sensação de não estar mais grávida. Não sei explicar. 
Sinto como se minha barriga, que apesar de imperceptível eu conseguia notar diferença, ter murchado, mas meus seios ainda estão sensíveis e de vez em quando ainda sinto um pouco de enjoo. Moro em uma Ilha.. não tenho acesso a laboratório, para isso preciso viajar e não estou podendo por esses dias... ngm pode sonhar com o que esta acontecendo... o que acha que devo fazer? Comprei a buchinha tb, mas tenho um pouco de medo de tomar... ainda tenho arruda e losna para mais um dia.... irei comprar mais se necessário... o que estou estranhando é o fato de não sentir cólicas nem dores... esses dias passei por um nervoso muito grande e sentia minha barriga tremendo... como se pulsasse.... depois disso parei de me sentir grávida... sei que tá meio confuso. Mas me ajude por favor... isso não é treta. Por favor!!

RESPOSTA (sem ter em conta o facto de a pessoa morar numa ilha):
Faça o chá de arruda com losna (ou com artemísia) e tome um litro por dia. À noite tome chá de canela com cravinho, ou só canela, durante 3 ou 4 dias. Depois, se ainda não houver "resultados", vai ter de fazer teste, beta HCG quantitativo. Se o resultado for negativo (ou se os valores não coincidirem com o seu tempo), mantém o chá de arruda, OU o de canela por mais alguns dias e pára. Volta a fazer o teste para confirmar. Caso o teste seja negativo pára de tomar os chás e volta a tomar 2 dias antes da próxima data da sua menstruação. Você pode já não estar grávida, efectivamente; acontece frequentemente...

TENDO EM CONTA QUE NÃO TEM ACESSO A LABORATÓRIO:
Desculpe, na resposta esqueci-me de que mora numa ilha. Faça testes caseiros, 2 deles, a partir de agora. Peça a outra pessoa para fazer esses testes também (ou teste a urina doutra pessoa) para perceber as diferenças, se as houver, entre positivo e negativo. Ou compre teste de farmácia. Ao menos esses devem ser possíveis de adquirir. Também serve para ir controlando até ao negativo.  Acho que nada disso vai ser necessário e que tudo se "resolverá" em poucos dias.
Boa sorte!