2014-12-08

Vender/Comprar CITOTEC Através Da NET



Os 2 comentários publicados aqui em baixo foram escritos nos textos sobre plantas abortivas, na tentativa de evitar que as pessoas sejam burladas.

Reparem que o procedimento é o mesmo, mas os nomes e os restantes dados são diferentes.

Conclusão: ou existe muita gente que se dedica a burlar os outros aproveitando-se do desespero, ou então os elementos de identificação mudam periodicamente para evitar os efeitos de denúncias como estas. 
Portanto, muito cuidado ao tentar comprar Citotec. Só pague se tiver a certeza de que não está a ser enganada. Na dúvida, não compre. Aqui encontra tudo o que necessita para resolver o problema, sem pagar nada!


Comentário 1

FAREI AQUI APENAS UM AVISO 
Tentei comprar um remédio abortivo pela internet, depositei o dinheiro e ele não enviou o produto além de não responder os meus e-mail. 
O nome dele é Marcos Lima de Queiroz a conta é BANCO DO BRASIL
AGENCIA 4170-x
Conta POUPANÇA: 5631-6
Variação 01
MARCOS
NÃO COMPREM tive um prejuízo de R$400,00 seu e-mail é cytobrasil@gmail.com OU cytobrasil24hs@hotmail.com



Comentário 2

MUITO IMPORTANTE!!
Gostaria de informar, para que ninguém mais seja enganada como eu fui tentando comprar cytotec pela internet. O pilantra se identifica na internet por Angela Maria Onofre, seu e-mail é angelacyto@hotmail.com e a conta passada para o depósito é: BRADESCO
AG: 0069 
CC: 0174144-6
TITULAR: VB.SILVA (Valdinei Barreto da Silva)
Você faz o depósito depois de tirar todas as suas dúvidas, ele/ela é super atencioso e diz que fica a sua disposição via online na hora do procedimento, ele/ela até oferecem a opção de vc ir retirar o remédio no lugar e fazer o pagamento na hora para você acreditar que o negócio é sério mesmo, mas o endereço fica no Paraná e como sedex chega de um dia pro outro é claro que, no desespero, vc prefere fazer o depósito, passar o seu endereço para um sem vergonha e após vc confirmar o depósito ele/ela simplesmente não te respondem mais nada. Vc não recebe nada em sua casa, nem o remédio falso.. nada! Vc apenas perde dinheiro, como eu...

Perdi R$525,00 com esse tratante da internet. Depois disso vi que precisava de ajuda de amigos de confiança pois fazer as coisas sozinha e no desespero nunca é o melhor remédio. Então consegui comprar o cytotec através de um amigo de um amigo, o que é bom pq ninguém me conhecia. 
Comprei uma cartela com 10 comprimidos e paguei R$600,00, tomei os 10. Fiz várias pesquisas na internet de como usar e tirei todas as minhas dúvidas. Fiquei esperando uma dor horrível e uma hemorragia intensa e nada, fazem 4 dias que tomei a medicação e estou com um sangramento leve, e continuo mto enjooada. 

Agora vou tomar os chás de artemisia e arruda e canela e cravo. Tenho que ir até o fim e espero que dê certo. Mas até então eu não havia pensado em tomar chás, só tinha o bendito do cytotec na cabeça e nem sei se funcionou, mas antes de ir fazer o exame de sangue novamente irei tomar o chá, pois se minha menstruação descer ai sim ficarei aliviada. 

Boa sorte para mim e para todas!!




Aloé ou Babosa


E Uma Receita Que Resultou




Olá!
Eu estava com 8 dias de gravidez, entrei neste site, li e reli, com atenção, e resolvi fazer o suco dababosa (Aloé Vera) .

Usei duas folhas de 20 cm cortadas em cubos, coloquei dentro do liquidificador com água até apenas cobri-las, com água até à altura dos cubos da babosa e bati por uns dois minutos. 
Não coei, comecei a tomar um copo americano por volta da meia noite, tomei outro em jejum, às 6 da manhã, outro ao meio dia, no meio da tarde e outro à noite.
Quando chegou à meia noite eu já estava pensando em optar por outra planta, mas resolvi esperar... e deu certo.

Acordei menstruando e apenas tomei mais um copo do preparado com babosa pois vi que estava dando certo e deu.

Desceu tudo durante o dia.
Nossa!
Tirei um peso de minha consciência pois estava grávida de um cara com quem eu havia saído apenas uma vez.  Não tinha nem cara para procurá-lo e, pior, era alguém que eu jamais quereria para mim em minha vida,
Nós fazemos cada merda.,, Mas tá beleza. Que bom que deu tudo certo,,

Só uma dica:
Na hora de tomar o copo do suco da babosa dá uma vontade horrível de vomitar pois fica parecendo uma vitamina... mas segure que a vontade de vomitar passa. E olha, tenha paciência que desce mesmo a menstruaçao,

OBRIGADA BIRANTA PELAS DICAS DAS PLANTAS QUE ABORTAM 





Esta é outra espécie de Aloé, menos eficiente segundo se diz mas também resulta...



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2014-11-04

A PROPÓSITO DE PANDEMIAS (II) - Gripe das Aves, Gripe Suína, E Agora o Virus Ébola

O primeiro post ou mensagem a que dei o título: "A propósito de Pandemias!" está publicado AQUI
Estava-se no ano de 2005 e eu era, nessa época, pouco mais (ou pouco menos) do que "aprendiz de bloguer".
Depois, em Abril de 2006, publiquei ESTE TEXTO "Pandemia ou Paranóia - Gripe das Aves) que fez sucesso no meu blogue "SOCIOCRACIA" tendo provocado mesmo um pico no número de visitantes e que foi mencionado e reproduzindo em muitos outros blogues. Este texto teve origem num editorial da revista espanhola Discovery DSALUD... vale a pena ler...

Depois veio a gripe suína (H1N1) que voltou a dar visibilidade, entre os internautas, a denúncias como esta: A Paranóia da Gripe A, H1N1, Continua que tem data de Novembro de 2009
No mês anterior (Outubro de 2009) eu tinha publicado este outro texto: 

ATENÇÃO! Vacina da Gripe A, MATA!


Depois, como isto é sempre a mesma coisa e o meu tempo é escasso (cada vez mais escasso), cansei de escrever sobre estes temas (e outros)...
Porém, tal como aconteceu com o Texto "Pandemia ou Paranóia - Gripe das Aves" que, como já disse, teve origem num editorail da revista espanhola Discovery DSALUD...
e com o texto: "A Paranóia da Gripe A, H1N1, Continua" que teve origem num texto publicado por Teresa Forcades...

também agora me chegou, por email, o texto que publico a seguir, adaptado, acerca da epidemia de Ébola.
Para perceber melhor o tipo de Mundo, dominado por gente infame, criminosa, perversa, em que vivemos, vale a pena ler este texto... e consultar os outros.



O cartel químico-farmacêutico mundial é muito poderoso e simultâneamente muito CRIMINOSO. 

Todo o pânico que se está a gerar a nível planetário com o virus Ébola não é mais do que uma manobra,  selvagem, assassina, para angariar  lucros incalculáveis com mais uma "epidemia"  preparada pelo criminoso cartel; lucros que vão direitinhos para  offshores. 

Os laboratórios químico-farmacêuticos pertencentes a gigantescas empresas multinacionais manipulam "virus" e "bactérias" sem que nenhuma entidade governamental os controle. Isto tem de ser denunciado!!!!!! (nalguns dos textos acima referidos encontra denúncias circunstanciadas desses factos e doutros ainda mais graves, como por exemplo a adição de vírus "activos" às vacinas sazonais, de modo a fazer com que os vacinados adoeçam (eu conheço pessoas que se queixam disso mesmo: de terem adoecido gravemente com gripe depois da vacina)

Mas voltemos ao texto que recebi por email:
O que o infeliz povo da Libéria necessita URGENTEMENTE é de hospitais, escolas, infra-estruturas sanitárias (canalização de água e esgotos) alimentação humana condigna e não toneladas  de trigo e milho transgénicos, oriundas dos EUA, e outros venenos que terão os seus efeitos malévolos a muito curto prazo.
Perante a estranha passividade dos principais organismos mundiais como a ONU, OMS e OMC só podemos concluir que estes organismos estão a ser dominados pelas  garras assassinas do cartel químico-farmacêutico mundial(!!!!)

            Subject:   Vírus Ébola

Vírus Ébola: o embuste ...

Por Manuel Pinto Coelho - Jornal Público
Médico, doutorado em Ciências da Educação


Ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial, como se depreende da caricata histeria que vai por esse mundo, por causa da “catástrofe” provocada pelo vírus Ébola.
A imprensa internacional fala de 1229 mortos entre Março e Agosto de 2014. Ora bem, se consultarmos a página da OMS sobre este assunto, veremos que na realidade foram 788 os casos de óbito formalmente identificados como causados pelo vírus Ébola, um número bem inferior aos 1,2 milhões de mortes causadas pela malária (paludismo). O número remanescente limitou-se a traduzir os casos “suspeitos” ou “prováveis”.
As imagens televisivas com que fomos recentemente presenteados, mostrando-nos técnicos de saúde, quais marcianos envergando complexas máscaras junto de doentes suspeitos, são totalmente insensatas e dignas de um mau filme de ficção científica.
É importante saber-se que o vírus Ébola não se transmite com facilidade. Para haver transmissão do vírus é necessário um contacto directo com um líquido biológico do doente, como o sangue, as fezes ou o vómito.
O vírus Ébola é sobretudo perigoso quando mal acompanhado, quando os doentes não recebem os cuidados devidos. Como os doentes infectados morrem de desidratação ou de hemorragias, então o tratamento consiste logicamente na hidratação e/ou transfusão sanguínea, e não na administração de uma qualquer vacina ou hipotético medicamento.
Como a solução contra a epidemia consiste essencialmente em respeitar medidas simples usando o bom senso - higiene, boa nutrição, vitaminas C e D nas doses adequadas - a verdadeira prioridade nos países tocados pelo flagelo, deveria ser criar infra-estruturas de saúde de forma a fornecer aos doentes os cuidados médicos de base.
Seria bom que se soubesse que não há qualquer transmissão por via aérea, ou seja, quando uma pessoa fala ou tosse, não vai espalhar o vírus pelo espaço aéreo circundante.
Assim sendo, ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial.
Semear o pânico pode ser um negócio muito lucrativo que importa desmontar. 



Veja-se o que se passou ainda recentemente (2005) com a “pandemia eminente” da “gripe das aves”. Da "sábia" manipulação da opinião pública, resultou uma totalmente desnecessária vacinação em massa da população com o consequente enriquecimento de alguma indústria farmacêutica por um lado, e o esvaimento dos cofres públicos em muitos milhares de euros para comprar vacinas usadas e… não usadas, por outro lado. 
O antiviral “milagre” Tamiflu limitou-se tão-só a reduzir, em um dia,  a duração dos sintomas, sem conseguir limitar minimamente as hospitalizações. Explicando melhor: com tamiflu os doentes tinham alta um dia antes...

Os títulos sensacionalistas martelados por alguma imprensa nas últimas semanas não fazem qualquer sentido. Importa que não nos deixemos submergir pela informação viciada e pela mentira.
A reacção totalmente excessiva face a este problema corre o risco de provocar uma catástrofe humanitária de dimensões bem superiores à provocada pelo próprio vírus Ébola. A medida tomada recentemente pelo governo da Serra Leoa, que interditou o acolhimento e os cuidados necessários a estes doentes – única forma de os salvar -, mimoseando com a pena de dois anos de prisão os seus infractores, bem como uma outra tomada pelo governo da Libéria, ordenando aos soldados que atirassem a matar sobre as pessoas que procurassem passar a fronteira como forma de impedir a propagação da epidemia, é inacreditável. 

O mito dum passageiro africano infectado pela doença, no avião, que poderia infectar o país europeu onde desembarcasse é da mesma forma totalmente irrealista e traduz uma total ignorância sobre a realidade do vírus Ébola.
À semelhança do que se passou com a “gripe das aves” não importa enviar camiões de vacinas ou medicamentos para África ou para onde quer que seja. Tal servirá unicamente para enriquecer alguns laboratórios farmacêuticos.
A psicose informativa vigente, reprimindo as populações e isolando dezenas de milhares de infelizes criaturas, homens, mulheres e crianças, postos em quarentena na Libéria com medo dum contágio que nunca acontecerá se não houver contacto directo com os líquidos orgânicos do portador da doença, tem de ser urgentemente desmontado e desmascarado, para bem das vítimas e para bem de todos nós, da nossa sanidade e integridade mental, psicológica e espiritual.
Não podemos aceitar (eu diria: não podemos permitir) a reedição dum negócio das arábias à custa da boa fé ingénua e da desinformação do incauto cidadão...
E eu acrescento: semelhante à gripe das aves, à gripe dos porcos... ou à pandemia do “raio que os parta” a todos os abutres malditos.








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2014-10-18

Os Malefícios dos Campos Electromagnéticos

COISAS QUE PREFERÍAMOS NÃO SABER (não ter necessidade de saber) MAS QUE NOS CONVÉM SABER...



À vista "desarmada" isto era uma linda "lua crescente"... num céu carregado de nuvens. Na foto ficou assim... Podemos chamar-lhe "frustração"...  a condizer com o texto


Texto extraído e adaptado de "A CURA PELA NATUREZA"
ENCIClOPÉDIA FAMILIAR DOS REMÉDIOS NATURAIS
de Jean Aikhenbaum e Piotr Daszkiewicz
Editorial Estampa 1999

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Algumas medidas a adoptar para reduzir o efeito nocivo destes perigos (destacado do texto  abaixo):

* que a instalação eléctrica esteja bem feita;
* que as tomadas estejam ligadas à terra;
 *  que não existam perdas de corrente;
*  evitar ter nos quartos despertadores eléctricos, reduzir o número de tomadas e proceder de modo a que os candeeiros de cabeceira tenham uma iluminação mínima;
*  evitar as camas metálicas;
*  evitar as fibras sintéticas;
*  limitar o tempo passado diante de aparelhos de televisão, ecrãs de computador, evitar também os telemóveis, os microndas, etc.

 Os malefícios da  acumulação de electricidade estática agravam-se pelo facto de estarmos permanentemente isolados da terra.

 *  O primeiro tratamento consiste em retomar o contacto com a terra, andando a pé, sempre que possível, de pés descalços sobre a terra, na erva húmida, etc.
*  Outro "processo" é lavar as mãos com água fria, várias vezes, ao dia e agarrar, durante alguns instantes, na torneira com as duas mãos, o que permite fazer uma ligação à terra. Mas, como é óbvio, o melhor meio consiste em permanecermos, se possível, afastados de campos electromagnéticos.

Nota Importante: A água TRATA tudo... desde que se lhe dê essa "instrução": um copo de água bebido com intenção (ou oração, se preferir), trata uma infinidade de doenças ou afecções, acaba com o mal estar e até com as dores. Portanto use a água... e seja-lhe grato que ela o recompensará.

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A POLUIÇÃO ELECTROMAGNÉTICA E RELAÇÃO COM O AUMENTO DE ALERGIAS, DOENÇAS GRAVES, MORTES PERMATURAS, etc.
 
A “fada” má da electricidade, dos microondas, das TV’s, dos telemóveis, computadores... 
 
Uma das primeiras pessoas em França a apontar os riscos ligados a este tipo de poluição invisível, e por isso insidiosa, foi o Dr. Maschi. Como é o caso de todos os precursores, isto não só lhe valeu um grande número de transtornos e processos, como também o ter sido excluído da ordem dos médicos, durante mais de vinte anos. Actualmente toda a gente, ou quase, parece concordar; e inúmeros cientistas admitem que a corrente eléctrica não é tão inofensiva como normalmente se pensa, como fomos levados a pensar “oficialmente”.
 Os responsáveis e os produtores de electricidade de todos os países fizeram crer ao público que a electricidade só tinha vantagens. Durante muito tempo só lhe foram reconhecidas qualidades... Actualmente já não é bem assim. E, para nossa maior desgraça e desespero, as novas tecnologias, TV’s, telemóveis, computadores, vieram agravar drasticamente essa terrível e destruidora poluição
 

As investigações finalmente reveladas

 As primeiras investigações dissonantes datam de 1954. Foram efectuadas nos Estados Unidos. Na mesma época os Polacos também trabalharam sobre esta questão polémica.
 A evolução da técnica teve como resultado o facto de o conjunto de radiações electromagnéticas da atmosfera terrestre ter ficado "carregado" de forma considerável. Trata-se de uma poluição ignorada, ocultada, mas cuja presença se torna cada vez mais evidente.
 Já nessa época se suspeitava que este tipo de poluição era responsável por certas patologias degenerativas tais como as leucemias ou a doença de Parkinson.
 Em 1976 um estudo americano apresentava os resultados de um relatório do Pentágono que realçavam que "os fornos de microndas poderiam produzir crises cardíacas, alterar o comportamento dos diplomatas e influenciar as pessoas submetidas a um interrogatório".
  Milhões de dólares foram investidos neste tipo de investigação, tanto no Ocidente como no Oriente. Mas com que finalidade? Esta questão continua actual.
 Em 1979, Wertheimer e Leeper observaram um excesso de mortalidade por doenças cancerosas em crianças que viviam em casas com campos magnéticos muito elevados. Três anos depois Milham realça que as pessoas que têm uma actividade associada à exposição a campos magnéticos podem manifestar um risco acrescido de leucemia.

 Nos anos 80 e 90 foram realizados estudos epidemiológicos em pessoas sujeitas a exposições não só residuais, mas também profissionais. Na Suécia confirmaram que o aumento dos riscos relativos cresce proporcionalmente à frequência e aos níveis de exposição. Este estudo conclui "que os resultados trazem mais argumentos em favor de uma relação entre campos magnéticos e cancro do que contra ela". Esta evidência é ainda mais acentuada no caso da leucemia infantil.

 As doenças desencadeadas pelos campos electromagnéticos

 O Prof. Cyrí1 W. Smith realça o papel fundamental das radiações não ionizantes nos processos vitais e os perigos potenciais que resultam da exposição regular às radiações electromagnéticas, mesmo de fraca potência. Estas favorecem o aparecimento do cancro, de leucemia, de alergias e de depressões. Estas doenças são agravadas ou desencadeadas pela maioria dos nossos sistemas e campos eléctricos, tais como os cabos de alta tensão, os fornos de microondas, as ondas de rádio, os radares, TV’s, telemóveis, computadores e certos aparelhos de aplicações militares.
 Localizar e conhecer o nível e o grau de exposição aos campos electromagnéticos do nosso meio ambiente é uma etapa indispensável para combatermos estes perigos com conhecimento de causa e nos mantermos afastados das suas fontes.

 Efeito das Máquinas de costura eléctricas nas grávidas

 As mulheres grávidas que trabalham com máquinas de costura eléctricas arriscam-se a expor os seus fetos a radiações electromagnéticas,
susceptíveis de provocar leucemia. Com efeito, a Drª Claire Infânte-Rivard, da Universidade McGill de Montreal, recenseou um número importante de leucemias em crianças filhas de costureiras. Esta investigadora tinha primeiro atribuído este fenómeno ao pó e às fibras sintéticas.

 Campos magnéticos e cancro do cérebro

 "As pessoas que trabalham em instalações eléctricas duplicam o risco de contraírem cancro do cérebro", afirmam os investigadores da Universidade da Carolina do Norte.
 Os resultados mais significativos estabelecem uma relação de causa e efeito entre exposição e cancro do cérebro.
Esta doença provocou 144 mortes entre os 140 000 indivíduos que trabalhavam numa central eléctrica.
 Este risco alarga-se também a outros tipos de cancro, por exemplo, ao cancro do sangue (leucemia). A exposição prolongada aos campos magnéticos duplica as "possibilidades" de desenvolver um tumor deste tipo.
 Por outro lado, na Bélgica, certos criadores de gado constataram o aparecimento de perturbações fisiológicas no gado depois da colocação de um cabo de alta tensão nos seus terrenos.
Podemos também mencionar o teor anormal de astrocitomias em Los Angeles e o número elevado de cancros entre o pessoal da central telefónica Pacífic Bell.
Na Polónia e na Ucrânia, constata-se um aumento de leucemias crónicas e agudas, bem como casos de cancro em instaladores e técnicos de rádio e a multiplicação de arterioescleroses e também de problemas de esterilidade nos condutores de carros eléctricos.

 É possível preservarmo-nos da poluição electromagnética?

 É preciso, em primeiro lugar, medir os campos magnéticos do nosso meio ambiente para identificá-los e protegermo-nos.
Existem diversos meios:
 - Aparelhos de medição;
- Detecção efectuada por especialistas.
Além disso, é necessário:
* que a instalação eléctrica esteja bem feita;
* que as tomadas estejam ligadas à terra;
 *  que não existam perdas de corrente;
*  evitar ter nos quartos despertadores eléctricos, reduzir o número de tomadas e proceder de modo a que os candeeiros de cabeceira tenham uma iluminação mínima;
*  evitar as camas metálicas;
*  evitar as fibras sintéticas;
*  limitar o tempo passado diante de aparelhos de televisão, ecrãs de
computador, evitar também os telemóveis, os microondas, etc.

 Os malefícios da  acumulação de electricidade estática agravam-se pelo facto de estarmos permanentemente isolados da terra.

 *  O primeiro tratamento consiste em retomar o contacto com a terra, andando a pé, sempre que possível, de pés descalços sobre a terra, na erva húmida, etc.
*  Outro "processo" é lavar as mãos com água fria, várias vezes, ao dia e agarrar, durante alguns instantes, na torneira com as duas mãos, o que permite fazer uma ligação à terra. Mas, como é óbvio, o melhor meio consiste em permanecermos, se possível, afastados de campos electromagnéticos.

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Em cima a "frustração" mas temos aqui em baixo o mar, a água que cura, que lava tudo... até a alma.


O Mar. Observe esta foto e deixe-se contagiar pela serenidade para desanuviar do assunto do texto 

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A Indústria Alimentar e a irradiação dos alimentos

 É um outro aspecto da utilização da ionização destinada a proteger a nossa alimentação e a prolongar o seu tempo de conservação.
 Se nos é possível, quando compramos um produto alimentar, ler nas etiquetas os componentes químicos - conservantes, aromatizantes, adoçantes, emulsionantes e outros - que são necessários ao seu fabrico, é-nos muito mais difícil saber se o produto em questão foi tratado com raios ionizantes. Contudo, uma lei de 8 de Maio de 1970 torna obrigatória a indicação de qualquer produto que tenha sido sujeito a irradiação. Mas esta lei nunca é aplicada. A 15 de Novembro de 1989, o Parlamento Europeu, com a finalidade de proibir a irradiação dos alimentos frescos na CEE a partir de 1 de Janeiro de 1993, adoptou uma directiva. Mas a França ultrapassou esta directiva e continuou a irradiar os queijos "camembert" confeccionados com leite cru. Quanto à Alemanha, não obstante ter proibido a irradiação dos produtos destinados ao seu mercado interno, autoriza-a para os produtos destinados à exportação.
 As consequências da irradiação
 - Em todos os casos, a permeabilidade das membranas celulares é afectada, os raios ionizantes dissociam as moléculas e libertam radicais livres. As batatas irradiadas, por exemplo, têm uni tempo de conservação mais longo, mas perdem a vitalidade, estão mortas.
 - Destrói a germinação e opõe-se à dinâmica da vida: os cereais tratados não germinam ou germinam muito mal.
O estudo feito com raios infravermelhos mostra o aparecimento de deformações estruturais. Os açúcares e os amidos alteram-se. Quanto aos frutos, os processos são idênticos: a irradiação mata os micróbios, mas altera o teor de vitaminas e acarreta uma perda enzimática importante.
 Inúmeros produtos agrícolas, tanto em França como noutros países, são actualmente irradiados: frutos frescos, cebolas, alhos, frutos secos, aves, leite, etc. É preferível consumir apenas produtos de qualidade biológica, comprovada, ou comprados a pequenos produtores que se conheçam e ofereçam garantias...









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 APELO!

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